Piloto comunica à FAB avistamento de quatro óvnis em formaçã
Um comandante de voo comercial relatou ter observado quatro objetos não identificados sobrevoando a região de Sinop durante uma viagem entre Manaus e Campinas.
Um comandante de voo comercial relatou ter observado quatro objetos não identificados sobrevoando a região de Sinop durante uma viagem entre Manaus e Campinas.
Um piloto de uma aeronave comercial reportou à Força Aérea Brasileira (FAB) o avistamento de quatro objetos voadores não identificados (óvnis) enquanto sobrevoava o espaço aéreo de Mato Grosso. O episódio ocorreu no dia 7 de agosto do ano passado, por volta das 00h30, seguindo o horário UTC, que serve como referência técnica na aviação.
Os detalhes do caso foram extraídos de documentos oficiais do Arquivo Nacional. De acordo com as informações, o registro aconteceu durante um voo que partiu de Manaus, no Amazonas, com destino a Campinas, em São Paulo. As coordenadas geográficas indicadas no relato situam o fenômeno nas proximidades do município de Sinop, localizado a 503 quilômetros de Cuiabá.
Considerando o fuso horário específico de Mato Grosso, o evento teve início por volta das 20h27 do dia 6 de agosto, estendendo-se até as 20h45. Ao todo, o piloto acompanhou a movimentação dos objetos por aproximadamente 18 minutos. Naquele momento, o avião mantinha uma altitude de cruzeiro de 41 mil pés, o que equivale a cerca de 12,5 quilômetros de altura.
Conforme descrito no formulário oficial, três dos pontos luminosos posicionavam-se abaixo da aeronave, desenhando uma formação que remetia a um triângulo. Um quarto objeto permanecia em uma posição superior, realizando manobras circulares. O comandante detalhou que os pontos inferiores apresentavam um deslocamento em zigue-zague, enquanto todo o grupo seguia uma trajetória constante no sentido norte-sul.
O relato destaca que as luzes não possuíam contornos definidos e alternavam sua coloração entre o branco e o vermelho. Além disso, o piloto afirmou que não houve qualquer emissão de ruído ou a presença de rastros no céu. Também não foram detectadas anomalias nos sistemas eletrônicos de bordo da aeronave durante o período em que os objetos foram observados.
As condições meteorológicas no momento do avistamento eram favoráveis, com céu limpo e visibilidade classificada como ilimitada. Apesar da duração prolongada do fenômeno, não foram produzidos registros fotográficos ou vídeos, nem houve a coleta de qualquer evidência física que pudesse comprovar a natureza dos objetos.
A identidade do comandante responsável pelo relato foi preservada sob sigilo. O caso foi formalmente comunicado ao Quarto Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta IV), que é o órgão responsável pela vigilância e monitoramento do espaço aéreo na região amazônica.
Esta ocorrência integra um dossiê mantido pelo Arquivo Nacional, sendo documentada por meio de um formulário padrão do Comando da Aeronáutica, utilizado especificamente para o registro de relatos sobre fenômenos aéreos não identificados.
Fonte: rdnews.com.br