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Fundo Desenvolve Floresta aprova R$ 3,87 milhões para

O Fundo Desenvolve Floresta destina R$ 3,87 milhões para pesquisas e tecnologia no setor madeireiro de MT. Confira agora os detalhes dos projetos.

O Fundo Desenvolve Floresta aprovou, na última quinta-feira (22.10), um aporte de R$ 3,87 milhões voltado ao fortalecimento do setor florestal mato-grossense. A decisão foi formalizada durante a 2ª Reunião Extraordinária do Conselho, sediada na Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT).

Os recursos serão aplicados em três iniciativas estratégicas. Elas abrangem desde o diagnóstico de biomassa até o estudo de espécies amazônicas e a criação de uma estrutura científica para identificação de madeiras. O objetivo central é elevar a competitividade e o conhecimento técnico da cadeia produtiva local.

Investimentos do Fundo Desenvolve Floresta

Linacis Silva Vogel Lisboa, secretária adjunta de Agronegócios, Crédito e Energia, ressaltou que os investimentos são fundamentais para o setor. Segundo ela, o apoio técnico e científico garante maior segurança aos produtores e fortalece as indústrias do estado em todas as etapas, da matéria-prima à comercialização.

Confira os projetos que receberam o aval do conselho:

Cipem: R$ 1,49 milhão para criar uma xiloteca e estrutura de laudos anatômicos para identificação de madeira. UFMT (Sinop): R$ 1,97 milhão para o projeto "Pró-nativas", com áreas experimentais em Sinop, Lucas do Rio Verde e Alta Floresta. Imea: R$ 400 mil destinados a um diagnóstico detalhado sobre a oferta e demanda de biomassa em Mato Grosso. O projeto do Cipem atua como uma "biblioteca" científica. A iniciativa visa atender exigências de exportação, reduzindo custos e agilizando processos burocráticos para as empresas do setor. Valdinei Bento dos Santos, diretor-executivo do Cipem, destacou a importância de ampliar a capacidade técnica estadual frente ao mercado internacional.

Por outro lado, a UFMT focará no potencial industrial de espécies nativas. Com unidades em Alta Floresta e outros municípios, o projeto "Pró-nativas" pretende orientar produtores sobre o cultivo de novas espécies. Dessa forma, busca-se diversificar a produção florestal regional com base em dados científicos.

Além disso, o levantamento do Imea será crucial para o setor energético. O estudo mapeará resíduos agrícolas e florestais, analisando o consumo das indústrias, com foco especial nas usinas de etanol de milho. Para mais informações sobre o setor, acesse a nossa categoria de notícias ou confira as últimas notícias .

Fonte: noticiaexata.com.br