Erick Pulgar e presidente do Fluminense são absolvidos no
Erick Pulgar e presidente do Fluminense são absolvidos pelo STJD após incidentes no clássico. Confira agora os detalhes da decisão do tribunal esportivo.
Erick Pulgar e presidente do Fluminense — O volante Erick Pulgar , do Flamengo, e o presidente do Fluminense, Mattheus Montenegro, foram absolvidos pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) nesta quinta-feira. Ambos enfrentavam julgamentos por incidentes ocorridos durante o clássico entre as equipes, mas o tribunal decidiu pela inocência dos envolvidos.
A sessão, realizada pela 4ª comissão disciplinar, analisou denúncias distintas. O jogador rubro-negro foi denunciado com base no Artigo 254 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que trata de conduta violenta. Por outro lado, o dirigente tricolor respondia pelo Artigo 258, referente a condutas contrárias à ética desportiva.
Erick Pulgar e presidente do Fluminense
Erick Pulgar corria o risco de receber uma suspensão que poderia variar de uma a seis partidas. A denúncia estava relacionada a uma entrada dura no atleta Rodrigo Castillo, lance que, na ocasião da partida, foi punido apenas com cartão amarelo pelo árbitro.
O volante não compareceu à sessão, visto que está na Argentina com a delegação flamenguista para o confronto contra o Estudiantes. Durante o julgamento, os auditores destacaram a importância da mínima interferência da Justiça Desportiva em decisões técnicas tomadas pela arbitragem em campo.
Já o presidente do Fluminense, Mattheus Montenegro, enfrentava a possibilidade de uma suspensão de 15 a 180 dias. A denúncia foi motivada por declarações fortes feitas pelo dirigente logo após o término do clássico, nas quais ele criticou duramente a atuação da equipe de arbitragem.
Os principais pontos do julgamento incluíram:
A manutenção da decisão de campo sobre a falta de Pulgar em Castillo. O entendimento de que as críticas de Montenegro não feriram a honra pessoal do árbitro. A interpretação de que as falas do dirigente focaram estritamente no desempenho técnico da arbitragem. Dessa forma, o tribunal seguiu uma linha de pensamento unânime. Os auditores concluíram que não havia elementos suficientes para alterar as decisões tomadas durante o jogo ou para punir o dirigente por suas manifestações verbais. Para conferir outras notícias sobre o cenário esportivo , continue acompanhando nossas atualizações.
Fonte: ge.globo.com