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Dívida de R$ 18,6 milhões gera conflito entre Cuiabá e

A dívida de R$ 18,6 milhões pela venda de Joaquim causa troca de ofensas entre presidentes do Cuiabá e Santos. Confira os detalhes dessa polêmica.

A dívida de R$ 18,6 milhões envolvendo a transferência do zagueiro Joaquim tornou-se o centro de uma disputa pública entre os presidentes do Cuiabá, Cristiano Dresch, e do Santos, Marcelo Teixeira. O conflito escalou após cobranças diretas feitas pelo dirigente mato-grossense sobre valores pendentes do clube paulista.

O desentendimento ganhou visibilidade nacional depois que o mandatário do Santos foi questionado sobre as declarações de Dresch. O presidente do Cuiabá havia classificado a gestão santista como um "clube caloteiro e sem vergonha" devido à inadimplência na negociação do atleta.

Dívida de R$ 18,6 milhões e troca de farpas

Em resposta às críticas, Marcelo Teixeira utilizou o canal De Olho no Peixe para rebater as acusações. Embora tenha afirmado respeitar a trajetória do Cuiabá no cenário nacional, o dirigente santista não poupou palavras ao atacar o seu homólogo.

Teixeira classificou Cristiano Dresch como um gestor "desqualificado" e "irresponsável". Segundo o presidente do Santos, a postura adotada pelo dirigente do Dourado não condiz com a ética esperada entre as instituições esportivas do país.

Após a repercussão das falas de Teixeira, o presidente do Cuiabá utilizou as redes sociais para publicar uma nota oficial. O texto, intitulado "Adjetivos não quitam dívidas", reforça a posição do clube mato-grossense em buscar o recebimento dos valores acordados.

Dresch argumentou que a cobrança de um crédito reconhecido pela Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD) é um procedimento legítimo. Para ele, não há desrespeito entre clubes coirmãos ao exigir o cumprimento de obrigações financeiras contratuais.

O dirigente do Cuiabá destacou os seguintes pontos em sua manifestação:

A existência de uma inversão de valores por parte de quem deve. A legitimidade da cobrança pública de créditos reconhecidos pela CNRD. A afirmação de que adjetivos não substituem o pagamento de débitos. Portanto, o impasse financeiro permanece sem uma solução amigável imediata. A troca de acusações reflete a tensão nos bastidores do futebol brasileiro quando grandes quantias estão em jogo. Para acompanhar o desenrolar deste caso, acesse a nossa categoria de esportes.

Além disso, o caso ilustra as dificuldades enfrentadas por clubes em processos de cobrança de transferências. A disputa segue sob os olhares atentos de torcedores e especialistas do setor jurídico esportivo. Confira outras últimas notícias sobre a gestão dos clubes brasileiros.

Fonte: midianews.com.br