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Incêndios florestais em Mato Grosso: Bombeiros combatem

O Corpo de Bombeiros de Mato Grosso atua contra incêndios florestais em três municípios. Saiba como denunciar queimadas irregulares e confira agora.

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) mobilizou equipes nesta segunda-feira (12) para combater três incêndios florestais ativos no estado. As chamas atingem áreas rurais nos municípios de Rosário Oeste, Santo Antônio de Leverger e Barão de Melgaço.

As guarnições trabalham de forma estratégica para conter o avanço do fogo. O objetivo principal é extinguir os focos, proteger propriedades rurais e preservar a integridade do meio ambiente e da população local. Além disso, a corporação mantém o monitoramento constante das áreas afetadas.

Ações integradas contra incêndios florestais

Além disso, Para ampliar a capacidade de resposta, a operação conta com o suporte de diversas instituições. Entre os órgãos envolvidos estão o Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), a Defesa Civil Estadual, o Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e a Polícia Militar.

Dados do Programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), indicam a situação atual no estado. Nas últimas 24 horas, foram registrados 59 focos de calor, distribuídos da seguinte forma:

39 focos na Amazônia; 18 focos no Cerrado; 2 focos no Pantanal. Portanto, É fundamental esclarecer que um foco de calor detectado por satélite não significa, necessariamente, um incêndio florestal. O termo refere-se a áreas com temperaturas elevadas, enquanto o incêndio é caracterizado pelo conjunto de focos concentrados em uma mesma região. Confira mais detalhes sobre a situação no estado em nossa categoria de notícias.

Em relação às Terras Indígenas, foram identificados seis focos de calor. Quatro deles estão localizados na Terra Indígena Parque do Xingu, em Querência, e dois na Terra Indígena Parabubure, em Campinápolis. O combate nessas áreas é de responsabilidade exclusiva do Governo Federal.

O CBMMT também mantém a Operação Infravermelho, coordenada pelo Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá. Por meio de tecnologias de satélite, a equipe identifica riscos e focos ilegais para prevenir danos maiores e responsabilizar infratores. Desde o início do período proibitivo, dezenas de municípios já receberam intervenções dos bombeiros.

Vale ressaltar que o uso do fogo para limpeza de áreas rurais está proibido entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026 nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal. Nas zonas urbanas, a proibição é permanente. Denúncias sobre queimadas irregulares podem ser feitas pelos telefones 193 ou 190.

Fonte: midianews.com.br