Identificadores florestais: Alta Floresta forma primeira
Alta Floresta forma a primeira turma de identificadores florestais do Brasil. Veja como a qualificação fortalece o setor madeireiro. Confira agora.
Mato Grosso celebra a formatura da primeira turma de identificadores florestais do Brasil em Alta Floresta, fortalecendo o manejo sustentável e a técnica.
A cidade de Alta Floresta , em Mato Grosso, marcou a história do setor madeireiro nacional ao formar a primeira turma de identificadores florestais do Brasil. O curso FIC de Identificador Florestal capacitou 15 profissionais, entre eles Robervane Sementilli, engenheiro florestal com 17 anos de experiência, que buscou a atualização para aprimorar sua atuação técnica.
Pioneirismo na formação de identificadores florestais
A qualificação, concluída nesta terça-feira (22), totalizou 160 horas de carga horária. O programa combinou teoria e prática para garantir precisão na identificação de espécies arbóreas. Além disso, a iniciativa reforça o compromisso do estado com o manejo florestal sustentável e a conservação ambiental.
O projeto foi viabilizado por uma parceria estratégica entre instituições de ensino e entidades do setor produtivo. Entre os realizadores estão:
Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (CIPEM); Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA); IFMT – Campus Juína; Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT) – Campus Alta Floresta. O Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), também apoiou a iniciativa. Adicionalmente, sindicatos como o Simenorte e o SIMNO contribuíram para a execução do curso.
Para o presidente do CIPEM, Ednei Blasius, a capacitação é fundamental para um setor que lida com mais de 60 espécies comerciais. Ele ressaltou que a identificação correta é o ponto de partida para a rastreabilidade e a legalidade da cadeia produtiva. Portanto, o conhecimento técnico na base é essencial para a sustentabilidade.
A reitora da UFRA e coordenadora do curso, professora Gracialda Ferreira, enfatizou o caráter inédito da formação. Segundo ela, o projeto visa oferecer segurança e qualidade às atividades de manejo na Amazônia. A proposta é expandir esse modelo educacional para outras regiões do bioma futuramente.
Dioni Domiciano, presidente do Simenorte, destacou que a qualificação melhora o diálogo com os órgãos ambientais. Dessa forma, o setor ganha mais credibilidade e capacidade técnica para atuar conforme as normas vigentes. Para mais notícias sobre o setor produtivo , acompanhe nossas atualizações.
Com a conclusão desta primeira etapa, o mercado ganha profissionais mais preparados para os desafios da floresta. A iniciativa representa um avanço significativo para a segurança jurídica e a eficiência das empresas de base florestal em Mato Grosso.
Fonte: noticiaexata.com.br